sábado, novembro 04, 2006

Quero viver de frente pro mar...

Estou cansada de palavras soltas e momentos fugazes, de pessoas vazias e lugares barulhentos. Preciso de silêncio profundo e sentimentos extremos. Entrega, preciso de pessoas inteiras que vivam intensamente e saibam o que é a vida e o valor que ela tem. Que entendam que dinheiro não é tudo e que a vaidade não é um sentimento que deve dominar.
Não sei viver nesse mundo, mercadológico e puramente capital, nesse mundo desumano, sem carinho, repleto de coisas fúteis, de gente fútil, de marcas, o que são marcas? Para mim são lembranças, recordações de momentos felizes, são retalhos que montam minha vida, só isso.
Estou cansada de pessoas sem fundo, sem opinião, sem gestos, sem amor, sem ação! Eu quero acordar com o barulho do mar, ver o sol se pôr, e salvar o pouco que resta da minha paixão pela vida e o que ainda há da minha crença no ser humano!

sexta-feira, outubro 06, 2006

O começo de tudo é sempre difícil e excitante!

Expectativas, dúvidas, ansiedades, alegrias, sonhos, receios. Escrever não é diferente. Desde a primeira palavra já sentimos um friozinho na barriga e é inevitável uma pergunta, será que seremos entendidos? Porque o texto trás muito mais do que linhas e parágrafos, trás pensamentos, divagações e sentimentos. Trás a alma de quem o escreve, com a esperança de dividir com o leitor o que passa no mais íntimo das suas idéias. O texto tem a intenção de trocar olhares e contextos através da imaginação. Ele não tem cor, não tem cheiro e não tem preconceitos, pode ter todas as formas ou nenhuma se o leitor quiser, mas sempre tem coração. Por essas e muitas outras razões tive tanta resistência em criar um blog e não sei por quanto tempo ele irá durar. Serei eu, digna de tamanha responsabilidade? De tamanho privilégio, escrever?

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