Criaturinha difícil o ser humano. Sentimentos, pensamentos, dúvidas, contradições, inseguranças, medos, frustrações, vaidades, orgulhos, às vezes tudo misturado e ao mesmo tempo.
Alegrias repentinas, tristezas que avassalam, mau-humor sem motivo aparente e felicidade sem explicação. Tédio e expectativas, planos feitos e desfeitos, promessas não cumpridas para si mesmo e para os outros. Bobagens, picuinhas, criadas por nós mesmos sem razão.
E vêm as cobranças. Passamos todo o dia, em todos os dias, nos cobrando, o horário que tem que ser cumprido, o sorriso que tem que estar no rosto (e deveria ser espontâneo), os projetos que tem que ser levados adiante, e os sentimentos, claro, as dores internas (que inventamos) precisam ser curadas.
E vêm as cobranças alheias. Conviver com os outros e suas complexidades é ainda mais difícil, superar as expectativas, ser tudo o que esperam de ti, não magoar e não decepcionar. E isso significa muitas vezes esquecer o que esperamos de nós mesmos e abrir mão de se dar o direito de ser o que queremos, se é que alguém realmente tem certeza do que quer ser.
Há quem diga que a vida é muito simples, nós é que complicamos. Está certo, afinal, nada mais fácil do que se sentir feliz, basta prestar atenção no que realmente importa, sem julgar, sem cobrar, sem esperar nada em troca. Deixar que as pessoas que amamos sejam felizes da maneira que elas escolherem e se todos fizessem isso, haveria mais realização e menos insegurança e, quem sabe, conseguiríamos ter certeza do que queremos ser.
Alegrias repentinas, tristezas que avassalam, mau-humor sem motivo aparente e felicidade sem explicação. Tédio e expectativas, planos feitos e desfeitos, promessas não cumpridas para si mesmo e para os outros. Bobagens, picuinhas, criadas por nós mesmos sem razão.
E vêm as cobranças. Passamos todo o dia, em todos os dias, nos cobrando, o horário que tem que ser cumprido, o sorriso que tem que estar no rosto (e deveria ser espontâneo), os projetos que tem que ser levados adiante, e os sentimentos, claro, as dores internas (que inventamos) precisam ser curadas.
E vêm as cobranças alheias. Conviver com os outros e suas complexidades é ainda mais difícil, superar as expectativas, ser tudo o que esperam de ti, não magoar e não decepcionar. E isso significa muitas vezes esquecer o que esperamos de nós mesmos e abrir mão de se dar o direito de ser o que queremos, se é que alguém realmente tem certeza do que quer ser.
Há quem diga que a vida é muito simples, nós é que complicamos. Está certo, afinal, nada mais fácil do que se sentir feliz, basta prestar atenção no que realmente importa, sem julgar, sem cobrar, sem esperar nada em troca. Deixar que as pessoas que amamos sejam felizes da maneira que elas escolherem e se todos fizessem isso, haveria mais realização e menos insegurança e, quem sabe, conseguiríamos ter certeza do que queremos ser.

