sábado, outubro 30, 2010

Gadú

Há quase um ano atrás, andava pelas ruas de Porto Alegre, de carona com duas amigas, quando começou a tocar uma música que me fez parar de falar. O ritmo, marcado pelo violão, era completo com a voz incrivelmente melodiosa, forte e suave simultaneamente. Percebendo o silêncio no carro, uma delas comentou: "presta atenção na letra, ela mesma escreveu, para a avó". Bastou! Foi amor à primeira ouvida.E assim nasceu o encanto pelo talento indescritível de Maria Gadú. Viciei no CD inteiro e não canso de escutar cada música e todas foram parar também no meu computador, no MP3 e no celular.


Depois de ouvir Baba, da Kelly Key, na voz da Gadú e adorar, costumo brincar que ela transforma em ouro tudo que toca. E a ousadia da cantora não parou por aí, ela se arriscou também em Doce Mel, da Xuxa, Crossfox, da Stefani e outras "pérolas" da música nacional. Mas para falar de versões, as minhas preferiadas são: Quase Sem Querer e Killing Me Softly. Sem mais palavras, só ouvindo para entender!

quarta-feira, outubro 20, 2010

Retomando um bom hábito


Há mais de dois meses sem escrever para o blog, posso dizer que perdi o hábito de pensar nele. E a vida é mesmo assim, de um dia para o outro as coisas simplesmente fazem parte da nossa rotina ou não. Muitas vezes lembramos que determinado costume deve ser retomado ou levado a sério, mas não é fácil colocar em prática.

Nesses últimos meses, assuntos não me faltaram para fazer um texto, mas não escrevi sequer uma linha sobre nenhum deles, ponto. Queria muito ter transformado tantos pensamentos e experiências em conteúdo vivo que preenchesse as linhas do Pássaros, mas não fiz. Eles teriam rendido muitas atualizações, mas não aconteceu. Talvez por preguiça, com certeza por ter perdido o famoso "embalo", deixei que vários momentos não fossem publicados aqui e na hora isso não fez a mínima diferença. Agora, relendo alguns textos antigos, confesso que fez falta, não apenas por saber o quanto escrever me faz bem, mas por perceber que as palavras postadas no blog gravam vivências e sensações que juntas formam o quebra-cabeça da minha vida.

Quando alguém comenta que leu o blog, salto: "é bem pessoal, viu? Pode ler, claro, se está ali é público, mas os textos são apenas divagações". E para quem lê são mesmo, é assim que entendo (e até me questino se alguém quer ler isso). No entando, para mim, é mais que isso. Percebo que além da terapia espetacular que é escrever, escolher a imagem que melhor encaixa e postar o resultado naquele dia, é praticamente um registro histórico da minha existência.

Fica aqui, então, a marca de uma tentativa de retomar esse hábito que eu adoro. Ainda bem que o costume é só uma questão de prática e mil ideias começam a fervilhar na cabeça para cumprir a promessa (uma auto-promessa) de voltar a escrever com frequência. Nunca é tarde para retomar velhos bons hábitos! Vamos lá?

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